
O Tribunal Superior Eleitoral divulgou nesta quarta-feira, dia 3 de junho de 2026, a partilha oficial dos recursos do fundo destinado ao financiamento das campanhas. No total, cerca de R$ 4,9 bilhões serão distribuídos entre 30 legendas para bancar despesas como produção de materiais gráficos, impulsionamento de publicações na internet, contratação de equipes de trabalho, aluguel de espaços para comícios, transporte e serviços de comunicação. Os critérios para a divisão levam em conta o tamanho de cada sigla no Congresso e o desempenho nas urnas no último pleito, o que garantiu vantagens ao PL e ao PT por possuírem as maiores bancadas na Câmara e no Senado.
A liderança dos repasses ficou com o PL, que embolsará R$ 881.657.477,34, seguido pelo PT com R$ 615.367.980,20 e pelo União Brasil com R$ 526.242.858,11. Na sequência dos principais blocos de investimento aparecem o PSD com R$ 421.008.404,89, o PP com R$ 417.067.738,40, o MDB com R$ 400.002.399,99 e o Republicanos com R$ 348.587.815,77. Outros partidos de porte médio também garantiram quantias expressivas, como o Podemos com R$ 245.969.763,68, o PDT com R$ 169.285.643,92, o PSB com R$ 152.252.956,07, o PSDB com R$ 147.895.172,40, o PSOL com R$ 131.506.284,42 e o Solidariedade com R$ 88.526.669,83.
Na faixa seguinte da tabela de distribuição da Justiça Eleitoral estão o Avante com R$ 72.516.777,19, o PRD com R$ 71.819.227,37, o Cidadania com R$ 60.714.157,11, o PCdoB com R$ 60.531.914,25, o PV com R$ 45.183.873,26, o Novo com R$ 37.044.203,26 e a Rede com R$ 35.803.821,03. Por fim, um grupo de agremiações com menor representatividade receberá exatamente a mesma cota fixa de R$ 3.307.679,85 cada, sendo elas o Agir, DC, Democrata, Missão, Mobiliza, PCB, PCO, PRTB, PSTU e UP, completando assim a divisão integral do orçamento disponível para a disputa nas urnas.